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Tomaz de Figueiredo ao Presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Escritores a [data desconhecida]ProtestoExmo Senhor Presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portugueza de Escritores Em protesto oportunamente apresentado e recebido, argui de ilegal, para que declarada nula, a eleição dos corpos gerentes da Sociedade Portuguesa de escritores para o Triénio de 1962-1964, efectuada em 29 de Janeiro p.p. Fundamentou o meu protesto: o facto de votarem sócios ausentes mediante cartas particulares, sem validade jurídica de procurações, pois que sem o mínimo, referente à autenticidade, do reconhecimento notarial de letra e assinatura. Porém, e ainda: Tais injurídicos instrumentos de mandato, apenas concediam poderes, embora ditos “plenos” para representação na votação, sem que mencionassem, como instrumento de As últimas páginas não foram encontradas.
Nota: Rascunho da Carta de Tomaz de Figueiredo ao Presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Escritores. |