Tomaz de Figueiredo a Luís Assis a [data desconhecida]

Meu Querido Primo

Não posso escrever-lhe mais que
as necessárias palavras
me lhe digam como estou consigo
na sua amargura – sentindo-a,
porque também
Nestas curtas palavras
tanto como o desgôsto pela
sua dôr levam-lhe estas palavras
a expressão